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O Monge e o Executivo
“Poder – É a faculdade de forçar ou coagir alguém a fazer sua vontade, por causa de sua posição ou força, mesmo que a pessoa preferisse não o fazer.”
“Autoridade – É a habilidade de levar as pessoas a fazerem de boa vontade o que você quer por causa de sua influência pessoal.”
Todos nós certamente já nos vimos em situações em que o exercício da liderança é fundamental. Seja no trabalho, em casa ou num simples jogo de futebol o exercício da liderança se torna fundamental no nosso dia-a-dia. O livro O Monge e o Executivo fala sobre isso de forma clara e agradável.
Se você tem dificuldade em fazer com que sua equipe dê o melhor de si no trabalho e gostaria de se relacionar melhor com sua família e seus amigos, vai encontrar neste livro personagens, idéias e discussões que vão abrir um novo horizonte em sua forma de lidar com os outros.
Portanto, mais uma leitura altamente recomendada.
O monge e o executivo
Autor: James C. Hunter
Editora: Sextante
Mercados
Publicado 28 Março 2008

Fernando Braga de Matos
Passaram sete dias, mas uma semana na bolsa não é nada, tudo depende do inesperadamente notável vir a ocorrer, e até hoje, domingo de Páscoa, nada se passou de muito visível (a descida da taxa da juro do FED já era esperada, mesmo nesta dimensão de 0, 75%).
Mas olhar para trás é às vezes bom exercício, mesmo correndo o risco de se ficar transformado numa estátua de sal, como a mulher de Lot.
Pois nesta interessante actividade, pus-me a olhar para a Bolsa de Nova Iorque, a única que conta e de que realmente quase tudo depende, para confirmar que o diagnóstico (reservado) não foi desmentido, e tentar devassar para além das brumas. Quando isto for publicado, já muito pode ter ocorrido e o leitor deverá ter isso em consideração, sem embargo da validade do que aqui escrevo. Como nesta incerteza ninguém sabe o que por aí vai ou vem, dar umas pistas para pensar é bem bom. Adivinhar não existe, conjecturar com fundamentos é o que aqui se tenta. Cont.(JN)
Fernando Braga de Matos

Fernando Braga de Matos
Jesus saves; Moses invests 1*
No tempo do Prof. Salazar, o moto era “produzir e poupar”. Ora, como dizia Keynes, a poupança vai ser canalizada para investimento, pelo que se isto não fosse um país de tesos, seríamos uma autêntica Hong-Kong na Europa.
As coisas agora são diferentes, mais viradas para outra orientação, estilo “trabalha-se o mínimo, compra-se tudo a crédito e depois não se paga”.
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades, e enquanto houver quem no final apanhe com a conta, viveremos felizes para sempre.
Mas como isto é um jornal de negócios, sinto-me moralmente constrangido a pugnar por ideias mais construtivas, e até patrióticas, nomeadamente em defesa da supra citada “Opção Moisés”. (cont.)
Fonte: Jornal de Negócios
“Um empreendedor não se faz, mas FAZ-SE”
É então que começa uma outra fase normalmente solicitando outros saberes nas áreas organizativas, design, marketing, etc… Só então é que poderá dar-se a passagem do inovador para o empreendedor, e, posteriormente, atingir o objectivo fundamental, de, com risco, se assumir como empresário por conta própria.
Para terminar e comentando o título que me foi dado, direi que um empreendedor não se faz, mas FAZ-SE.
Este meu contributo tem mais a ver com aquilo a que chamo pequenas e médias inovações incrementais, e menos com as chamadas inovações disruptivas em que o uso de estatísticas, poderosos laboratórios, pacientes repetições de ensaios, em ambientes universitários e laboratórios de universidades ou grandes empresas são quase condições indispensáveis.
Sonhar, saber esquecer, gostar de aprender, ter paciência para repetir, ousar, arriscar, partilhar é o caminho para ter sucesso numa vivência equilibrada do uso do tempo e da vida.
Belmiro de Azevedo (JN)
Vencedor do Prémio “Ernst & Young Entrepreneur Of The Year 2006”
(Chairman Sonae S.G.P.S. e CEO Sonae Capital)
Cinco cotadas com potenciais superiores a 80%
A lista das cinco empresas com maior potencial de valorização para o Millennium bcpi não sofreu alterações significativas esta semana, além do aumento dos potenciais de valorização. O que se justifica pelas quedas acentuadas das cotadas e não por actualizações de preços-alvo.
A Sonae Indústria [Cot] surge assim no primeiro lugar, com um potencial de valorização de 159%, tendo em consideração o preço-alvo da casa de investimento (12,40 euros) e o valor de fecho das acções na última sexta-feira (4,78 euros). Desde o início deste ano as acções desta empresa já desceram mais de 6%, depois de no ano passado terem caído mais de 11%.
A Novabase [Cot] surge na segunda posição com um potencial de valorização de 105% e a Portucel [Cot] com uma subida potencial de 88%. A Semapa [Cot] conta com um potencial de valorização de 86% e a Altri [Cot] de 82%.
Sara Antunes (JN)
A vida e a Bolsa
Na verdade, toda a gente tem mais ou menos a mesma informação. Esta crise é em tudo diferente do “crash” de 2001, em que as empresas da Nova Economia valiam el dorados infinitos. Agora, há empresas ao preço da chuva. Na bolsa portuguesa, satélite sem vontade própria das grandes praças, um terço das empresas cotadas custa menos de um décimo dos seus lucros! Noutra conjuntura, a isso chama-se saldos.
Na sexta-feira, Bush tirou 145 mil milhões de dólares da cartola para contrariar o arrefecimento da economia. Isso mesmo: vai entregar um cheque de 800 dólares de impostos a cada americano, para estimular o consumo e deixar que seja cada agregado familiar a decidir se gasta o dinheiro nos créditos ou na factura energética. Foi um bom tiro. Um bom tiro na água.
O homem mais importante do mundo é agora Ben Bernanke, o presidente do Fed. Os mercados pedem-lhe uma descida as taxas de juro radical, dos 5 para os 3 por cento em poucos meses. Assim, defendem, estimula-se o consumo e compensa-se o aumento das factura de juros pagos pelas famílias, pelas empresas e pelos bancos. Mas uma casta enorme de economistas desaconselha esta intervenção, que aumentará a inflação.
O Fed e a Casa Branca têm um passado de desavenças que só foi interrompido na era Clinton. A verdade é que o Fed sempre olhou para as bolsas como microclimas. A inflação, não a bolsa, é a prioridade Número 1 dos bancos centrais.
Se o Fed mantiver os juros, as bolsas continuarão em queda, o dólar sobe, a inflação fica controlada, os EUA enfrentarão uma possível recessão suave nos próximos dois ou três anos. Se o Fed cortar radicalmente os juros, como se prevê, as bolsas arribam, o dólar e a inflação sobem. O efeito de curto prazo é óptimo, mas o descontrolo da inflação representa sempre uma recessão longa, espiral de preços, desemprego.
Em Lisboa, Sócrates, Teixeira dos Santos ou Constâncio são espectadores impotentes. Só podem tentar injectar confiança, como ainda ontem fizeram, no dia em que anunciaram um défice que devíamos estar a festejar. Mas o ambiente é, ao contrário, de fim de festa, uma festa de crescimento europeu a que Portugal chegou atrasado porque estava a pagar impostos.
Comprar, manter ou vender? O investidor está rodeado de conselheiros optimistas e pessimistas mas é um decisor solitário. Todos os conselhos, avisos e estímulos passados valem hoje zero. Próximo passo: respire fundo, mantenha o controlo, pergunte se está a curto ou a longo prazo e olhe para o relógio. Às 14:30 há mais. ( JN) Pedro Guerreiro.
5 clássicos do investimento
Os investidores não nascem ensinados. Há que aprender como funcionam os mercados, saber algumas regras fundamentais, “ter olho” para os negócios, boa intuição e capacidade de análise. E, claro, alguma dose de sorte e “estômago” para o risco. Por vezes, as coisas não correm bem logo de início, mas isso faz parte do percurso de qualquer investidor. “Se não cometer erros, não conseguirá tomar decisões”, diz o investidor Warren Buffet, dono da empresa de investimento Berkshire Hathaway. (JN)
My 2008 Investment Prognosis
Top Ten Espanha- 2008
Valores suculentos para
ganar en 2008
Telefónica, BBVA, Iberdrola, Santander, Cintra, Mapfre, ACS, Enagás, BME y Repsol
Por Mª Luisa Verbo.
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Há 20 anos. Da ‘feira’ à frieza do computador
Da ‘feira’ à frieza do computador ABÍLIO DE SOUSA, administrador da LJ Carregosa
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Quando a Bolsa funcionava num dos mais nobres espaços de Lisboa, no Terreiro do Paço, não havia sistemas electrónicos centralizados que permitissem registar as transacções. As ordens de compra e venda eram registadas à mão num quadro e as acções transmitidas fisicamente de uns investidores para os outros. Era uma altura em que os investidores se concentravam à entrada das instalações e tinham até lugar sentado numa espécie de anfiteatro, onde podiam dar ordens aos corretores. Tensão entre corretores não faltava, apesar de o número de transacções ser reduzido e por isso havia um ‘árbitro’ para controlar as sessões. Os quatro corretores que actuavam na Bolsa de Lisboa no final de 1986 tinham uma importância que hoje não têm. Abílio de Sousa era um desses corretores, outro era Pedro Caldeira. Lembra os tempos em que a Bolsa mais parecia uma feira, em que o convívio era grande, longe das salas de mercados onde são hoje transmitidas as ordens. Começou a trabalhar como corretor em 1968.
DANIEL MATOS, director do BIG e responsável pela negociação
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Quando Daniel Matos começou a trabalhar no mercado de capitais, em 1998, já as negociações eram informatizadas e o sistema de acesso à Bolsa estava centralizado. O contacto com os clientes era feito, regra geral, por telefone e as comissões de corretagem altíssimas, quando comparadas com as actuais. Com a democratização do acesso à Bolsa e a difusão da informação em tempo real, os investidores tornaram-se mais informados e exigentes. Esperam uma capacidade de reacção rápida face à realidade e opiniões fundamentadas. Hoje podem dar ordens directamente através da Internet. Actualmente, a Bolsa é controlada por uma sociedade gestora de mercados multinacional, a Euronext, e há legislação que permite a existência de concorrência, quer de outros mercados quer de intermediários financeiros. Está confinada a um escritório no meio da Avenida da Liberdade, em Lisboa, depois de se ter concretizado a fusão entre a bolsa de valores de Lisboa e a bolsa de derivados do Porto.




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