Acções da Ásia voltam a cair
As principais praças asiáticas estão em forte baixa com os dados económicos divulgados na sexta-feira a provocarem receios de um maior abrandamento económico mundial.
O MSCI Ásia e Pacífico desvaloriza 3,5% para 109,22 pontos, com cerca de 14 títulos a descer por cada um que valoriza. Todos os grupos industriais representados no índice bolsista de referência para a região estão a negociar em terreno negativo.
No terceiro trimestre a desvalorização foi de 16%, tendo sido a maior queda trimestral desde 2008. A pressionar esteve a crise orçamental da Zona Euro e o abrandamento do crescimento da economia dos EUA.
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Memória Futura
Ministro considera bom sinal a aprovação do plano Paulson
Teixeira dos Santos: instituições portuguesas demonstram robustez para resistir à crise.
Sobre os impactos da crise em Portugal e sobre um eventual apoio do Estado a instituições bancárias, Teixeira dos Santos sublinhou que o “sistema financeiro português tem-se mostrado suficientemente robusto para resistir” a esta crise.
390 milhões de euros na Caixa Geral de Depósitos.
Segunda – Feira o dia do Crash
O mercado estava saturado e os accionistas das empresas queriam ter o dinheiro nas suas mãos e quando repararam que as empresas não tinham os lucros esperados começaram a vender.
Gostava de ser rico
Vejamos. Se eu trabalhar muito e for bem remunerado, porque sou um profissional competente, trabalhador, diligente e dedicado, a minha taxa marginal de imposto pode ser de 42%. Isto é, por cada €100 euros de rendimento proveniente de trabalho adicional que se obtém por prolongar os horários de trabalho, por aumentar as competências e o meu bom desempenho técnico em detrimento do lazer ou do convívio com a família ou amigos, o Estado tributa-me €42 de imposto sobre o rendimento.
João Duque , professor catedrático do ISEG
O Monge e o Executivo
“Poder – É a faculdade de forçar ou coagir alguém a fazer sua vontade, por causa de sua posição ou força, mesmo que a pessoa preferisse não o fazer.”
“Autoridade – É a habilidade de levar as pessoas a fazerem de boa vontade o que você quer por causa de sua influência pessoal.”
Todos nós certamente já nos vimos em situações em que o exercício da liderança é fundamental. Seja no trabalho, em casa ou num simples jogo de futebol o exercício da liderança se torna fundamental no nosso dia-a-dia. O livro O Monge e o Executivo fala sobre isso de forma clara e agradável.
Se você tem dificuldade em fazer com que sua equipe dê o melhor de si no trabalho e gostaria de se relacionar melhor com sua família e seus amigos, vai encontrar neste livro personagens, idéias e discussões que vão abrir um novo horizonte em sua forma de lidar com os outros.
Portanto, mais uma leitura altamente recomendada.
O monge e o executivo
Autor: James C. Hunter
Editora: Sextante
Buffett acredita que economia americana já está em recessão
Warren Buffett acredita que a economia dos EUA já se encontra em recessão económica uma vez que algumas pessoas já sentem os efeitos negativos. Para o homem mais rico do mundo, esta recessão será “mais profunda e maior” do que as pessoas pensam.
O seu banco sabe avaliar o risco?
Soros cavalga a onda da recente crise financeira internacional apresentando-a como a prova definitiva de algumas das suas ideias mais polémicas. Antecipou para o fundamentalismo de mercado o mesmo destino do fundamentalismo marxista e considera inevitável para evitar uma sucessão de convulsões constituídas por bolhas e subsequentes estouros, em parte autofomentadas pelo sistema financeiro, um reforço da regulação económica.
No artigo que cito, Soros defende que os homens do dinheiro provaram sucessivas vezes que são péssimos na gestão do risco. De certa forma, Soros desculpa-os por ser uma autêntica aberração do sistema atribuir-lhes a exclusividade (ou quase) dessa responsabilidade. Afinal poucos terão tido a coragem de fugir à febre do ouro que era oferecida pelo incremento da actividade bancária e da consequente acumulação de lucros pelos seus bancos. Está na sua natureza.
Rui Cerdeira Branco, Fonte: (JN), via Bolsómetro.
Vícios privados, públicas virtudes?
Divirtam-se, festejem, façam férias, façam amor, comam e bebam. Mas, quando estiverem a trabalhar, não finjam que trabalham.
Francesco Alberoni no (DE)
Dani Rodrik
Mercados
Publicado 28 Março 2008

Fernando Braga de Matos
Passaram sete dias, mas uma semana na bolsa não é nada, tudo depende do inesperadamente notável vir a ocorrer, e até hoje, domingo de Páscoa, nada se passou de muito visível (a descida da taxa da juro do FED já era esperada, mesmo nesta dimensão de 0, 75%).
Mas olhar para trás é às vezes bom exercício, mesmo correndo o risco de se ficar transformado numa estátua de sal, como a mulher de Lot.
Pois nesta interessante actividade, pus-me a olhar para a Bolsa de Nova Iorque, a única que conta e de que realmente quase tudo depende, para confirmar que o diagnóstico (reservado) não foi desmentido, e tentar devassar para além das brumas. Quando isto for publicado, já muito pode ter ocorrido e o leitor deverá ter isso em consideração, sem embargo da validade do que aqui escrevo. Como nesta incerteza ninguém sabe o que por aí vai ou vem, dar umas pistas para pensar é bem bom. Adivinhar não existe, conjecturar com fundamentos é o que aqui se tenta. Cont.(JN)





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