Índice de Novas Encomendas na Indústria desacelera – Agosto de 2011
Em Agosto de 2011, as novas encomendas na indústria aumentaram 15,5% em termos homólogos (18,7% em Julho). Os índices de ambos os mercados desaceleraram em Agosto, tendo o índice relativo ao mercado externo registado um crescimento de 17,0% (20,7% no mês anterior), enquanto o do mercado nacional aumentou 13,8% (16,3% no mês precedente).
Fonte: INE
Moody’s: Dados orçamentais podem ter um impacto negativo na avaliação da agência
O INE revelou que o défice orçamental no primeiro semestre do ano atingiu os 8,3% do Produto Interno Bruto (PIB), superior aos 7,7% do primeiro trimestre do ano.
Num relatório semanal, citado pela Bloomberg, a Moody’s diz que a principal razão para a deterioração das contas nacionais foi a revelação de um novo desvio na Madeira. “A revelação faz lembrar quando, nos últimos anos, o governo grego admitiu que a dívida e o défice excederam o que foi inicialmente divulgado pelo Eurostat e aumenta os receios de que Portugal possa repetir o comportamento”, diz a agência de notação financeira, acrescentando que estes dados orçamentais podem ter um impacto negativo na avaliação da agência.
Faliram 14 empresas por dia no ano passado
Houve um aumento de 0,9% na criação de empresas. Janeiro foi o mês mais empreendedor.
No ano passado, mais de cinco mil empresas não conseguiram resistir à crise. As dificuldades económicas forçaram 14 empresas por dia a fecharem portas, o que ajuda a explicar os valores históricos da taxa de desemprego em Portugal.
Apesar de se ter registado um aumento de 15,6% face a 2009, este valor representa uma desaceleração face ao aumento de 36,2% registado em 2009, ano em que os efeitos da crise financeira se fizeram sentir com mais intensidade no tecido empresarial português.
De acordo com os dados da Coface, ontem divulgados, o Porto, à semelhança de anos anteriores, continua a ser o distrito mais afectado com 1217 empresas que declararam falência, cerca de 23,7% do total nacional, seguido de Lisboa com 18,7% das falências (962). Em terceiro lugar surge Braga, onde 827 empresas cessaram actividade, ou seja, 16,1% do total de insolvências, um desempenho que se explica pela importância do sector têxtil nesta região. A fileira da moda, que inclui as empresas do têxtil, vestuário e calçado, é uma das mais afectada com um peso no total das insolvências de 12,4%
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Mais ricos e mais pobres
Há anos que se debate se a globalização tem contribuído para aumentar ou diminuir a desigualdade de rendimentos. É inequívoco que a abertura dos mercados tem tirado da pobreza milhões de pessoas dos países em desenvolvimento, sobretudo da Índia e da China, mas não só. JN Luísa Bessa
Seis acções para lucrar com a crise
Os investidores apressaram-se a vender as suas acções, assustados pelo terramoto que varreu os mercados. De tal forma, que o valor das empresas caiu para mínimos de mais de um ano, fazendo tábua rasa dos lucros conseguidos em 2007 e esperados para 2008. A queda foi tão violenta, que muitos analistas consideram que o pior cenário está praticamente incorporado, pelo que as acções estão com preços atractivos. E a bolsa de Lisboa não é excepção. O Jornal de Negócios seleccionou vários indicadores para o ajudar a separar o trigo do joio. Elegemos seis cotadas, que reúnem o melhor de seis mundos. (JN)
Alan Greenspan
Alan Greenspan estava deveras nervoso quando fez a viagem de avião para Dallas a meio do dia 19 de Outubro de 1987. Não era para menos. Wall Street estava em pânico desde o início desse mês, com o Dow Jones a descer 6% na primeira semana, mais 12% na segunda e sofrendo uma queda abrupta de 108 pontos na sexta-feira de 16 de Outubro.Como o “júnior” Alan Greenspan enfrentou a crise
BPI sobe recomendação de seis cotadas do PSI-20
Seis empresas do PSI-20 – Altri, Impresa, Jerónimo Martins, Portucel, Sonae SGPS Sonaecom – viram a sua recomendação ser revista em alta pelo BPI. O banco publicou esta semana um estudo, onde actualiza as avaliações das cotadas portuguesas de pequena e média dimensão. Veja aqui a lista de todos os preços-alvo.
O BPI subiu a recomendação da Altri [Cot] de “manter” para “acumular”, avançando com um “target” de 7,2 euros.
A recomendação da Cofina [Cot] foi revista de “reduzir” para “manter”, com um “target” de 1,85 euros.
Para a Corticeira Amorim [Cot] o BPI passou a recomendação de “manter” para “acumular”, com um “target” de 2,30 euros. E na Impresa [Cot] a recomendação aumentou de “reduzir” para “manter”. O “target” é de 2,75 euros.
A recomendação da Jerónimo Martins [Cot] passou de “acumular” para “comprar” e o preço-alvo é de 5,30 euros. A Portucel [Cot] passou de “acumular” para comprar e o “target” para 3,75 euros.
Para a Sonae SGPS [Cot] o BPI subiu a recomendação de “manter” para “acumular”, atribuindo um “target” 2,25 euros. A recomendação da Sonaecom [Cot] subiu de “manter” para “comprar”, com um “target” de 5 euros.
A recomendação da Sumolis [Cot] passou de “reduzir” para “manter” e a da Teixeira Duarte []txde de “vender” para “reduzir”.
O BPI reviu em baixa a recomendação para duas cotadas. Na Ibersol [Cot] baixou de “acumular” para “manter” e na Novabase [Cot] de “acumular” para “manter”.
As avaliações do BPI às cotadas portuguesas (JN)
Ibex y Eurostoxx 50
El mercado, por encima de los 14.180 Ibex y los 4.340 del Eurostoxx 50, sigue sin complicaciones; así que por debajo, reduzca posiciones.
Seis peores meses del año
Entramos en los seis peores meses del año
Me gusta siempre repasar los fenómenos estacionales que suceden en los mercados. Uno de los más famosos es el que estudia el peor comportamiento del mercado en los meses de Mayo a Octubre, frente a los meses de Octubre a Mayo. Según este efecto deberíamos salir del mercado el próximo lunes, 30 de Abril para volver a entrar en el mercado el 31 de Octubre. Estadísticamente son los peores meses del año. Una estadística que se ha realizado en los índices americanos desde 1950 y en otros 36 países.
Dado que el Lunes, día 30 de abril, sería el día que tendríamos que abandonar el mercado, creo que es un buen momento para repasar lo que dicen las estadísticas.
En primer lugar y haciendo referencia a un estudio realizado en una universidad de Holanda, este efecto se constato en 36 de los 37 países en los que se realizo el estudio. En concreto comentan que este efecto es especialmente fuerte y robusto en el tiempo en los países europeos.
La estadística americana es simplemente impresionante. Una persona que hubiera invertido únicamente entre el 1 de Noviembre y el 30 de Abril desde 1950, hubiera ganado 11691 puntos en el Dow Jones, mientras que si lo hubiera echo desde Mayo a Octubre durante todos estos años hubiera perdido 538 puntos.
Esta estrategia de inversión es incluso mas efectiva si se utiliza algún indicador de momento para entrar y salir, como es el MACD de manera que en lugar de salir el 30 de Abril o entrar el 31 de Octubre, si el MACD esta en nuestra contra, esperaremos a que de una señal a nuestro favor para entrar. De manera que esta estrategia se realiza desde el 1 de Abril para entrar y desde el 1 de Octubre para entrar.
La estadística de nuestro índice desde 1991, para todos los meses del año es la siguiente
ACS y Sacyr

Florentino Pérez y Luis del Rivero.
ACS y Sacyr miran de tú a tú a La Caixa y Santander: controlan una cartera bursátil de 29.000 millones de euros
Lunes, 16 de abril de 2007
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Están hechas de otra pasta. Son los buques financieros de nuevo cuño en la bolsa española. ¿Capital riesgo, holding, consorcio industrial…? ACS y Sacyr han construido y puesto en valor en pocos años un puñado de participaciones y filiales valoradas en cerca de 29.000 millones de euros. Es el equivalente al 5% de lo que valen, en conjunto, las 35 empresas del Ibex (más de 615.000 millones de euros). Así, con estas cifras bajo el brazo, los nuevos amos de la bolsa miran de tú a tú a la gran banca, representada por grupos como Santander o La Caixa, que todavía controlan una cartera de acciones en otras empresas valoradas entre 18.000 y 20.000 millones.
Con enfoque industrial o interés financiero, ambas constructoras parecen seguir vidas paralelas durante el último lustro. Vía adquisición y fusión de dos compañías participadas por Santander Central Hispano (Dragados y Vallehermoso), dieron un salto de gigante en su talla empresarial entre 2002 y 2003. Desde entonces, el entorno de endeudamiento barato (tipos de interés que bajaron del 4,5% al 2%) les ha permitido afrontar inversiones y compras a golpe de crédito, que han convertido su estructura principal en un híbrido entre holding y empresa.
ACS, con 17.000 millones de euros de capitalización en bolsa, controla de forma directa acciones valoradas en 14.500 millones. Su deuda financiera neta al cierre de 2006 rondaba los 8.700 millones, de manera que su valor de empresa (es decir, lo que costaría una operación de compra) supera con creces los 25.000 millones. Su principal inversión es Iberdrola, donde posee el 13% del capital. En ésta tiene presencia financiera, pero en su rival Unión Fenosa actúa con carácter industrial: la compañía gallega es, desde principios de este año, una filial de ACS. La constructora controla el 40,5% del capital, pero consolida en sus resultados el 100% de lo que genera la eléctrica y, además, la gestión es suya. Dos diferentes enfoques cuya lógica final se resume en una idea: fusionarlas para tener una participación financiera todavía más importante.
La esencia financiera de Sacyr es todavía más evidente. Con 13.200 millones de euros de capitalización bursátil, su deuda financiera neta al cierre del año pasado superaba los 18.000 millones de euros, después de multiplicarla por más de dos veces en el último año. Un período durante el cual prácticamente ha igualado su valor en bolsa con el de sus participadas, ya que entre Repsol, Eiffage, Testa, Europistas y Tesfran suman en torno a 14.400 millones.
Un perfil de accionista común
Quizá no es una casualidad que las dos ‘constructoras’ compartan espíritu y perfil inversor. Sus accionistas lo son. En ACS, Corporación Financiera Alba, Corporación Financiera Alcor, Invermelin e Inversiones Vesán controlan cerca del 50% del capital; en representación de Carlos y Juan March, Alberto Cortina y Alberto Alcocer, y Florentino Pérez. En Sacyr, la réplica a estas grandes fortunas la dan el financiero Juan Abelló, Luis del Rivero, José Manuel Loureda o Manuel Manrique. La presencia de estos empresarios ha convertido a las empresas en las que habitan en un reflejo y prolongación de sus inversiones. Por eso, Sacyr y ACS se han convertido en una especie de grupos de private equity.
Las sofisticadas operaciones apalancadas (inversiones a crédito) que han realizado en Repsol o Iberdrola son buena muestra de ello. Su irrupción en el accionariado de dos constructoras, la francesa Eiffage y la alemana Hochtief (antaño mucho más grandes que las españolas), les ha llevado a la primera línea internacional de un negocio con el que financian sus inversiones: las concesiones de infraestructuras (autopistas y aeropuertos). Dos estrategias gemelas que también comparten un punto de mira para el futuro: invertir en peajes e ingresos recurrentes de sectores regulados. Así, seguirán haciendo caja.
LA CARTERA DE ACS
EL PORTFOLIO DE SACYR
¿Puede el dinero comprar la felicidad?
1) Existen unos ingresos mínimos necesarios para poder ser feliz. Bajo esos niveles, conseguir la felicidad es muy difícil ya que no tenemos cubiertas todas nuestras necesidades. Eso sí, a partir de ese nivel un aumento de ingresos no supone siempre un aumento de felicidad.
Esto se puede apreciar en las dos siguientes gráficas. La primera es la representación de la curva de la felicidad vs ingresos. A mayores ingresos mayor felicidad hasta un punto (el que hemos comentado) donde el aumento de felicidad no es proporcional al aumento de dinero. ( El Blog de Maria)
10 Top-Rated stocks with lows P-E ratios
| 1. | Alon USA Energy (ALJ) – View IBD Stock Checkup | |
| Composite Rating 99. The provider of student loan services recently announced a quarterly cash dividend of 12 cents a share. It has a three-year EPS growth rate of 111% and a three-year sales growth rate of 107%. Trailing P-E: 14, Forward P-E: 12. | ||
| Composite Rating 98. In late May, the leader in IBD’s Chemicals-Plastics group said it was considering strategic options, including a sale or acquisitions. Trailing P-E: 6, Forward P-E: 10. | ||
| Composite Rating 97. Mutual fund ownership in the oil and gas refiner has risen for three straight quarters, from 173 funds to 203 funds. Trailing P-E: 8, Forward P-E: 8. | ||
| Composite Rating 96. The oil and gas driller has seen some selling pressure in recent weeks. Its Fundamental Rating of 99 (A+) is tops in IBD’s Oil & Gas-Drilling group. Trailing P-E: 11, Forward P-E: 9. | ||
| Composite Rating 96. In late May, the military contractor received an $84.7 million to supply armor components for Army Humvees. Armor’s aerospace and defense unit has an order backlog totaling $2.1 billion. Trailing P-E: 13, Forward P-E: 13. | ||





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