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Os ‘spreads’ praticados em Portugal por 13 bancos

 

A escalada dos custos do crédito não tem fim à vista. Saiba os ‘spreads’ praticados pelos bancos a operar em Portugal.

CGD
O banco liderado por Faria de Oliveira foi um dos que menos agravamentos efectuou nos ‘spreads’ desde o início do ano. E é aquele que pratica os valores mais baixos no conjunto das cinco maiores instituições a operar em Portugal.

BCP
Foi uma das Linstituições que mexeu nos ‘spreads’ no último mês. Neste momento, o banco de Carlos Santos Ferreira é aquele que tem o ‘spread’ mínimo mais alto do mercado: 2,25%. Mas baixou o ‘spread’ máximo dos 4,75% para os 4%.

BES
O BES juntamente com o Crédito Agrícola foi uma das instituições portuguesas que mais subidas realizou nos ‘spreads’ no espaço de cinco meses.

BPI
O banco liderado por Fernando Ulrich pratica um ‘spread’ mínimo alinhado com o resto do mercado (2%). Já os clientes com maior perfil de risco estão sujeitos a um ‘spread’ superior a 5%.

Totta
No passado, o Santander Totta tinha os ‘spreads’ mais competitivos entre os cinco maiores bancos. No entanto, as diferenças têm vindo a esbater-se. Apesar de tudo, o Totta continua ter um dos ‘spreads’ máximos menos gravosos.

Montepio
O banco liderado por Tomás Correia segue a mesma tendência e também tem subido o valor dos ‘spreads’, principalmente o spread mínimo que subiu dos 1,4% em Dezembro do ano passado para os actuais 2,15%.

Crédito Agrícola
Entre os bancos portugueses, o Crédito Agrícola é um dos que mais ajustes tem feito nos ‘spreads’. Desde Dezembro, subiu o ‘spread’ mínimo dos 1,4% para os 2,05% e o ‘spread’ máximo dos 3,5% para os actuais 5,1%.

Banif
Foi o primeiro banco a propor os 2% como o ‘spread’ mínimo para a concessão de crédito à habitação. Desde o início do ano tem feito poucos ajustes e sempre centrados no ‘spread’ máximo, aplicado aos clientes com maior perfil de risco.

Barclays
O Barclays na última revisão baixou ligeiramente o ‘spread’ mínimo de 1,55% para 1,50%. Os valores previstos no seu preçário são inferiores à média praticada pelas restantes instituições no mercado nacional.

Banco Popular
O Banco Popular é neste momento o banco que tem o ‘spread’ mínimo mais baixo : 1%. Para ter acesso a este ‘spread’ terá de possuir um rácio financiamento/garantia (LTV) de 50%, subscrever seis produtos ou serviços, entre outras condições.

Deutsche Bank
Entre os 13 bancos analisados o DB e o BBVA são os bancos que mais subiram os ‘spreads’ desde o início do ano, aproximando as suas condições do resto do mercado. Em cinco meses, mais do que quadruplicou o ‘spread’ mínimo e duplicou o ‘spread’ máximo.

BBVA
À semelhança do DB, também o BBVA mais que quadruplicou o valor do ‘spread’ mínimo desde o início do ano. Além disso, o banco espanhol prevê o ‘spread’ máximo mais alto do mercado.

Caixa Galicia
Contrariando todas as tendências, a Caixa Galicia poucos ajustes tem feito no seu preçário e é a instituição que cobra os ‘spreads’ mais baixos do mercado: 1,1% para os melhores clientes e 2,7% para os clientes com maior perfil de risco.

 

Os melhores fundos portugueses

 

 

Uma das várias frases que se repetem em qualquer prospecto de um fundo de investimento diz que as “rendibilidades passadas não são garantia de rendibilidades futuras.” Contudo, muitos investidores continuam a esquecer-se facilmente deste princípio. Só assim se percebe porque muitos portugueses continuam a dedicar tanta atenção ao ‘ranking’ dos fundos mais rentáveis durante o último ano. Muitos chegam mesmo a remodelar o portefólio por inteiro nos primeiros dias do ano, substituindo os activos que têm em carteira pelos fundos que melhor desempenho tiveram nos últimos 12 meses, na esperança de virem a registar um ano tão bom ou melhor que o anterior. Mas a verdade é que isso está longe de ser assim. Basta ver o que sucedeu em 2009 e 2010: dos 10 fundos nacionais com o melhor desempenho em 2009, apenas três voltaram a figurar no “top 10″ de 2010.

Para evitar que este ano a sua carteira volte a cair no mesmo erro, o Diário Económico, com a ajuda da Bloomberg, realizou um ‘ranking’ dos melhores fundos portugueses, tendo em conta cinco variáveis: rendibilidade obtida a 1, 3 e 5 anos, e o rácio de Sharpe a 1 e 3 anos – um indicador que tem em conta o binómio risco/rendibilidade.

A maior estrela do mercado negoceia imóveis
De acordo com a Associação Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensões e Patrimónios (APFIPP), o fundo português mais rentável em 2010 foi o BPI África, com ganhos de 29,49%. Porém, o fundo nacional detentor do galardão de melhor do mercado é o Finipredial, dado o seu passado recente de sucesso. Gerido pela Finivalor desde 1997 e comercializado nos balcões do Finibanco, este fundo de investimento imobiliário remunerou os seus participantes com ganhos médios anuais de 3,86% no último quinquénio e detém o rácio de Sharpe mais elevado do mercado a 1 e a 3 anos, conferindo-lhe assim a pontuação mais elevada do ‘ranking’ “Diário Económico/Bloomberg”. Isto significa que o Finipredial, actualmente com mais de 310 milhões de euros sob gestão, não só obteve nos últimos anos uma rendibilidade acima da média do mercado como também foi o fundo que mais justificou o risco do investimento. “O Finipredial tem sido gerido com algum conservadorismo e com muito cuidado com as compras. Não embarcamos em loucuras”, refere Jorge Pereira, presidente da Finivalor. O responsável máximo pela gestão do fundo refere alguns segredos do Finipredial: “negociamos imóveis com ‘yield’ médias brutas de 8%” e “não especulamos com o valor dos imóveis que compramos.”

Líderes nos diversos segmentos
Entre os fundos com melhor resultado no ‘ranking’ “Diário Económico/Bloomberg” marcam destaque os fundos de acções internacionais que apostam nos mercados emergentes. É o caso do Caixagest Acções Oriente, Espírito Santo Mercados Emergentes e Millennium Mercados Emergentes, que nos últimos cinco anos obtiveram rendibilidades médias anuais sempre acima dos 5%. Estes são os verdadeiros campeões de maratonas.

No campeonato das casas de investimento, denota-se uma capacidade particular da F&C Management, entidade responsável por gerir os fundos do Millennium bcp, para negociar obrigações de taxa flexível, ao colocar no “top 5″ desta classe de activos três dos seus fundos: Millennium Premium, Millennium Obrigações e Millennium Obrigações Mundiais.

No segmento dos planos poupança-reforma (PPR) sob a forma de fundos de investimento e dos fundos de Tesouraria os resultados revelam uma grande concorrência. No entanto, nos produtos de reforma, o Espírito Santo PPR e o Alves Ribeiro PPR repartem os primeiros lugares enquanto nos produtos de curto prazo, o prémio de melhor fundo de Tesouraria cabe ao Banif Euro Tesouraria que, nos últimos cinco anos, ofereceu ganhos líquidos de 1,79% aos investidores.
Como construímos o ‘ranking’
O ‘ranking’ dos fundos foi realizado com base nos 654 fundos portugueses registados na CMVM e teve em conta cinco variáveis com o mesmo peso: desempenho dos fundos nos últimos 12 meses, 3 e 5 anos, o rácio de Sharpe a 1 e a 3 anos. O rácio de Sharpe foi tido em conta porque permite quantificar quanto é que a rendibilidade obtida pelo fundo justificou o risco do investimento seguido pela equipa de gestão. O método de cálculo utilizado que deu origem à “Pontuação DE/Bloomberg” foi alcançado recorrendo ao terminal profissional da Bloomberg que, com base nas variáveis e critérios escolhidos, avalia os activos financeiros numa escala entre 0 e 100, sendo 100 o melhor resultado.


Obrigações de Taxa Flexível

Os três melhores fundos de obrigações de taxa flexível têm em comum o facto de serem das poucas excepções desta categoria a apresentarem rendibilidades positivas nos últimos 12 meses e serem geridos pela mesma entidade gestora, a F&C Management. O Millennium Premium, Millennium Obrigações e o Millennium Obrigações Mundiais têm conseguido cumprir com o objectivo estipulado de proporcionar um retorno no curto e médio prazo incorporando um prémio relativamente às taxas de juro do mercado monetário.

Obrigações de Taxa Fixa
A crise da dívida soberana europeia esteve sob as luzes da ribalta no último ano, colocando as equipas de gestão dos fundos de taxa fixa sobre elevada pressão. A destreza dos especialistas em não deixarem os seus portefólios sofrerem perdas pecaminosas está à vista: o melhor fundo desta classe, o Espírito Santo Obrigações Europa, gerido por Vasco Teles, conseguiu não só ter o melhor desempenho a três e a cinco anos entre os seus pares como figura entre os dois fundos de taxa fixa com o rácio de Sharpe mais elevado a um e a três anos.

Acções Nacionais
O último quinquénio não foi positivo para os fundos de acções nacionais, com nenhum dos fundos a conseguir bater o desempenho do PSI 20 a um, três e cinco anos. A “pontuação Económico/Bloomberg” destes produtos revela isso mesmo, com o resultado a ficar abaixo da média de 56% dos fundos nacionais. Nesse sentido, o destaque desta classe deve ser feito pelo lado negativo, com o Caixagest Acções Portugal a merecer a nota mais vermelha por ser aquele com a pior rendibilidade a três e cinco anos e a deter o pior rácio de Sharpe a três anos.

Acções Europeias
Nos últimos cinco anos as acções das 600 maiores empresas europeias valorizaram, em média, apenas 1,26% por ano. Mas os dois melhores fundos de acções europeias registados em Portugal deram a ganhar aos seus subscritores mais do dobro desse valor. Os campeões dos fundos de acções europeias são o Santander Euro-Futuro Defensivo e o Santander Euro-Futuro Cíclico, ambos galardoados com “cinco estrelas” Morningstar. Contudo, para investir nestes produtos os investidores necessitam de, pelo menos, 40 mil euros.

Acções Internacionais
Os mercados emergentes, ao longo da última década, têm vindo a aumentar o seu peso na economia mundial e hoje contribuem com quase 50% da riqueza gerada no planeta. No mesmo sentido têm seguido os fundos de acções de mercados emergentes, sobretudo aqueles com uma forte exposição ao continente asiático, como é o caso do Caixagest Acções Oriente. O fundo mais rentável disponível aos clientes da Caixa Geral de Depósitos arrasou toda a concorrência com rendibilidades anuais médias superiores a 10% desde 2006.

Tesouraria
Os fundos de tesouraria são os que apresentam o maior grau de concorrência, com o primeiro e o quinto classificado a ficarem a apenas 0,87 pontos na escala do ‘ranking’ “Económico/Bloomberg”. O prémio de melhor fundo desta categoria cabe ao Banif Euro Tesouraria que, nos últimos cinco anos, teve o melhor desempenho da sua classe e apresenta o melhor rácio de Sharpe a três anos. Entre as suas principais apostas figuram obrigações empresariais e soberanas de taxa fixa e indexada com maturidade residual inferior a 60 meses.

Planos Poupança-Reforma
Os planos poupança-reforma (PPR) estão longe de serem os instrumentos financeiros mais rentáveis. As limitações quanto à exposição máxima a acções limita a gestão destes produtos e, por arrasto, a sua rendibilidade potencial. Esta realidade fica bem espelhada pelo desempenho médio anual de 1,45% dos cinco melhores PPR do mercado nos últimos cinco anos. No topo deste grupo está o Espírito Santo PPR, gerido por José Valente, que apesar de ter gerado ganhos parcos, ganha pontos com a sua política de investimento conservadora.

Imobiliário
Os fundos de investimento imobiliário são, por larga distância, os fundos portugueses que apresentam os melhores resultados numa relação directa entre rendibilidades passadas e risco do investimento. E no topo desta classe de activos está o Finipredial, gerido pela Finivalor desde 1997, sempre com base numa estratégia conservadora e que esteve na base de um conjunto de resultados positivos estáveis desde 2003, que se traduz em ganhos médios anuais sempre entre os 3% e 5%. Actualmente o Finipredial tem mais de 310 milhões de euros sob gestão.

Fonte: Económico/Bloomberg

O seu banco sabe avaliar o risco?

Soros cavalga a onda da recente crise financeira internacional apresentando-a como a prova definitiva de algumas das suas ideias mais polémicas. Antecipou para o fundamentalismo de mercado o mesmo destino do fundamentalismo marxista e considera inevitável para evitar uma sucessão de convulsões constituídas por bolhas e subsequentes estouros, em parte autofomentadas pelo sistema financeiro, um reforço da regulação económica.

No artigo que cito, Soros defende que os homens do dinheiro provaram sucessivas vezes que são péssimos na gestão do risco. De certa forma, Soros desculpa-os por ser uma autêntica aberração do sistema atribuir-lhes a exclusividade (ou quase) dessa responsabilidade. Afinal poucos terão tido a coragem de fugir à febre do ouro que era oferecida pelo incremento da actividade bancária e da consequente acumulação de lucros pelos seus bancos. Está na sua natureza.

Rui Cerdeira Branco,  Fonte: (JN), via Bolsómetro.

Dilemas do investidor – Quando?

As bolsas estão em queda. Se se trata de uma correcção temporária ou de esvaziamento de bolha financeira, como em 2000, é algo que só o futuro esclarecerá. Vale a pena aguardar por uma queda mais pronunciada ou é vantajoso investir de imediato para tirar partido da queda já verificada? Vale a pena fazer uma breve reflexão sobre os dilemas dos investidores. O primeiro diz respeito à decisão comprar ou vender, agora. ( cont.)  José Paulo Esperança

O dia que mudou o mundo

Alguém consegue distinguir o dia que mudou o mundo no “Dow Jones Industrial Average”?

CLUBES DE INVESTIDORES

História
Os primeiros Clubes de Investimento de que há registo, tiveram origem nos países anglo-saxónicos, nomeadamente nos E.U.A, por volta de 1940. Numa altura em que o mercado de capitais se encontrava em plena ebulição e em que ninguém queria ficar de fora, surgem pequenos grupos de investidores (no mínimo de três) que reuniam recursos (financeiros e humanos) no sentido de maximizarem o seu investimento diminuindo o handicap relativamente a outros investidores com mais recursos financeiros e fundamentados na pulverização do risco através da diversificação de estratégias de investimento.
Talvez devido a sua maturidade não seja de estranhar a existência, há diversos anos, nesses países, de uma regulamentação específica para este tipo de actividade, ao contrário do que se passa em Portugal, onde não existe qualquer tipo de legislação que defina ou regule os clubes de investimento em particular, devendo estes respeitar a Lei em geral e no que respeita ao Código de Mercado de Valores Mobiliários.
Para além da inexistência de um enquadramento legal inequívoco e regulamentação específica relativamente aos clubes de investimento, temos, em Portugal, uma completa ausência de “evangelização”, explicação e sensibilização deste tipo de instrumentos de aplicação de capitais e formação financeira ou qualquer incentivo a organização e criação de clubes de investimento como acontece por exemplo no Brasil com a isenção do imposto de renda para o Clube.

Veículo de redução de custos de intermediação financeira
Os Clubes de Investidores têm bastante relevância como veículos de acesso de pequenos investidores ao mercado de capitais em condições competitivas funcionando como um veículo de redução de custos de intermediação financeira, conseguindo deste modo diminuir o seu handicap de dimensão no mercado de capitais.

Os primeiros Clubes de investimento como pessoa colectiva em Portugal
RIGHT SIDE investment club com a missão de retorno absoluto sobre o slogan “Bullish or Bearish be in the RIGHT SIDE”, significando que, independentemente das condições do mercado, pretende obter retorno. Está filosofia é a mesma aplicada nos Hedge Funds.
THINK Finance – investor intelligence com uma missão mais pedagógica do que o investimento tem como slogan “Exempla movent magis quam verba”, significando que procuram através de exercícios práticos formar os seus associados de forma a torna-los mais aptos para o mercado de capitais. (ATM)

Seis peores meses del año

Entramos en los seis peores meses del año

Me gusta siempre repasar los fenómenos estacionales que suceden en los mercados. Uno de los más famosos es el que estudia el peor comportamiento del mercado en los meses de Mayo a Octubre, frente a los meses de Octubre a Mayo. Según este efecto deberíamos salir del mercado el próximo lunes, 30 de Abril para volver a entrar en el mercado el 31 de Octubre. Estadísticamente son los peores meses del año. Una estadística que se ha realizado en los índices americanos desde 1950 y en otros 36 países.

Dado que el Lunes, día 30 de abril, sería el día que tendríamos que abandonar el mercado, creo que es un buen momento para repasar lo que dicen las estadísticas.

[Mas:]

En primer lugar y haciendo referencia a un estudio realizado en una universidad de Holanda, este efecto se constato en 36 de los 37 países en los que se realizo el estudio. En concreto comentan que este efecto es especialmente fuerte y robusto en el tiempo en los países europeos.

La estadística americana es simplemente impresionante. Una persona que hubiera invertido únicamente entre el 1 de Noviembre y el 30 de Abril desde 1950, hubiera ganado 11691 puntos en el Dow Jones, mientras que si lo hubiera echo desde Mayo a Octubre durante todos estos años hubiera perdido 538 puntos.

Esta estrategia de inversión es incluso mas efectiva si se utiliza algún indicador de momento para entrar y salir, como es el MACD de manera que en lugar de salir el 30 de Abril o entrar el 31 de Octubre, si el MACD esta en nuestra contra, esperaremos a que de una señal a nuestro favor para entrar. De manera que esta estrategia se realiza desde el 1 de Abril para entrar y desde el 1 de Octubre para entrar.

La estadística de nuestro índice desde 1991, para todos los meses del año es la siguiente

La Teoria de BENNER

    Samuel T. Benner se aficionó al estudio de los movimientos de precio para averiguar la respuesta a los constantes altibajos de su negocio para publicar en 1857 un libro titulado “Business Prophecies of the Future Ups and Downs in Prices (Profecías comerciales sobre las futuras subidas y bajadas de precios).”

Benner señaló que los máximos de un negocio tienden a seguir una pauta anual de 8-9-10 que se repite. (más tarde seguiría las series de Fibonacci)
O sea, que si cogemos el Dow Jones desde 1902 y aplicamos la serie anterior nos aparecen los siguientes Máximos:

  • 1.902
  • 1.910
  • 1.919
  • 1.929
  • 1.937
  • 1.946
  • 1.956
  • 1.964 (en este año la caida se retrasó 6 meses)
  • 1.973
  • 1.983
  • 1.991 (en este año falló)

Y ya puestos y aplicando la sucesión de Benner en el futuro nos espera lo siguiente:

Diseño de un sistema

El motor de un sistema, vamos, los tabiques en los que se debe apoyar deben de ser principalmente los siguientes:1.- Debe tener una expectativa positiva: con que el porcentaje de ganancias sea superior al 50% y aplicando las consiguientes reglas de gestión y de preservación del dinero debe ser suficiente para hacernos inmensamente ricos.

2.- Debe tener un número simplificado de reglas: si aplicáis al sistema mil reglas, no seréis capaces de controlarlas todas y os encontraréis con que no sabréis si seguir a las que os dicen que compréis o a las que dicen que vendáis. Por tanto, lo sencillo siempre es lo más eficaz.

3.- Debe permitir la operación de múltiples contratos. Y sobre todo deberéis saber cuando debéis añadir más dinero a la posición inicial, ya que esto es la base de vuestra cuenta de ingresos engorde más. Sería, por tanto, lo contrario de lo que soléis hacer. Promediar al alza en vez de promediar a la baja.

4.- Debe tener un sistema de gestión del dinero: Sin esto, no hay nada que hacer. No vale sólo con un sistema que os diga: Aquí compro, aquí vendo.
Si no tenéis un sistema que os diga qué porcentaje de capital hay que aplicar en cada operación y que cantidad de acciones debéis comprar, olvidaros del tema. Mejor confiar vuestro dinero a un trader profesional.

5.- El sistema debe de ser completamente automático: Si hecháis vuestras emociones a pacer os encontraréis con que debíais haber comprado en vez de haber vendido y haber vendido en vez de comprado. ( Link)

Cinco maneras de batir al mercado

1. Selección de valores

Hechas estas consideraciones, la forma más utilizada por los gestores para batir a un índice determinado es la conocida como el “stockpicking”, es decir la habilidad del gestor a seleccionar buenos valores dentro de su universo de inversión. Los ejemplos de gestores “stockpickers” abundan aunque pocos consiguen batir de forma consistente a su benchmark. Dentro de la categoría de fondos de acciones españolas, por ejemplo, algunos de sus mayores exponentes son los archiconocidos fondos de Bestinver y de Metagestión. Ambos son fondos de gestión activa, cada uno con sus diferencias en cuanto a la política de inversión (el primero orientado hacia compañías de valor y el segundo enfocado hacia una gestión mucho más dinámica), pero, en todo caso, lo que les caracteriza es una cartera muy desvinculada de los grandes índices.

2. Distribución de activos

Otra forma de batir al índice de referencia es a través de la distribución de activos. En realidad, gran parte de la rentabilidad obtenida por una cartera proviene no tanto de la propia selección de valores sino de la decisión de elección entre los distintos tipos de activos. Para ilustrar con un ejemplo concreto esta afirmación, el año pasado los fondos de renta variable global que mejor resultado consiguieron fueron aquellos que tomaron la acertada decisión de sobreponderar los mercados emergentes respecto a los mercados desarrollados. Lo mismo podríamos decir de los fondos europeos que han sobreponderado España en sus carteras. Esta simple decisión de distribución de activos (sobreponderar una determinada región, un determinado país o un determinado sector) suele tener un impacto más importante sobre la rentabilidad final del producto que la propia selección de títulos.

3. Exposición a mercado

Estar más o menos invertido también puede, en algunos casos, explicar el que un fondo obtenga un resultado por encima de su benchmark. Un ejemplo muy claro lo tenemos en el universo de fondos de acciones españolas con el Santander Aggressive Spain. Este fue el fondo más rentable de su categoría en el 2006, con una ganancia del 48% frente al 32% para la media de sus competidores, pero su excelente resultado no se debe a que el gestor haya acertado en la selección de las compañías incluidas en su cartera (el fondo invierte básicamente a través de futuros sobre el IBEX 35) sino a que su cartera ha estado apalancada en renta variable española (su exposición al mercado ha sido superior al 100%). En otras circunstancias (fundamentalmente en mercados bajistas) no es el hecho de estar apalancado el que puede proporcionar una rentabilidad superior al benchmark sino todo lo contrario, el mantener un elevado porcentaje de liquidez en cartera.

4. Cobertura de divisas

Una cuarta manera de batir a un determinado índice es acertando en cuanto a la gestión del tipo de cambio o la cobertura de la divisa en la que está denominado el índice. El año 2006 ha permitido, por ejemplo, a aquellos fondos que hayan cubierto el riesgo dólar y evitado, por lo tanto, la depreciación del billete verde respecto a la divisa europeo, destacar en rentabilidad respecto al resto de sus competidores y conseguir batir a su benchmark.

5. Bajas comisiones

Por último, no hay que olvidar que para algunas categorías de fondos el tener unas comisiones de gestión y de depósito muy bajas también puede ayudar a batir al índice de referencia. Esto es evidente en el caso de las categorías de fondos de renta fija, pero también se puede aplicar en cierta medida a las de renta variable… de hecho hay algún estudio que demuestra que la variable que mejor prevé el comportamiento futuro de un fondo respecto a los demás fondos de su categoría es precisamente su comisión de gestión.

Los 7 pecados capitales del inversor

1. Comprar y vender constantemente: Comprar y vender acciones cuesta dinero, según un estudio realizado por académicos de los EEUU, el 20% de los inversores particulares que más hacían trading en su cartera obtuvieron en el período de estudio una rentabilidad media del 11,4%. El 20% de los inversores individuales que dieron menos rotación a su cartera obtuvieron una rentabilidad media del 18,5%. La pereza te puede hacer ganar más dinero.

2. Invertir por apariencia: La apariencia no es nada, los beneficios son algo y el cash flow lo es todo. Invertir simplemente porque una empresa es conocida o te gusta no es el camino seguro para el éxito. Lo que cuenta son los estados financieros.

3. Seguir a las masas: Sólo existe un número limitado de acciones de una compañía..si todo el mundo quiere comprarlas las acciones subirán de precio. La envida por la rentabilidad que están consiguiendo los demás puede ser uno de los motores más potentes para crear burbujas. Comprar algo por encima de su valor fundamental no representa ningún problema si existe otro “tonto” que te lo compra más tarde…el problema es que es bastante complicado saber si tu no serás el último “tonto”. Entrar en una burbuja sólo porque los demás lo están haciendo suele costar bastante caro…..En la bolsa española Astroc tiene todos los requisitos de acabar haciendo mucho daño a bastantes inversores….no vale lo que cotiza, hay pocas acciones en circulación y mucha gente está ganando mucho dinero.

4. No Diversificar: Uno de los pecados más comunes es el de invertir todo el dinero en 1 o 2 acciones, El principio es sencillo, mediante la diversificación puedes atenuar el riesgo de que una empresa de tu cartera sufra un shock. Que tienes acciones de Iberia y te preocupa una subida de los precios del petróleo…pues compra también acciones de Repsol. Particularmente no estoy muy de acuerdo con este principio…si realmente conoces en profundidad 4 o 5 empresas, prefiero invertir en estas 4 o 5 acciones que conozco bien y puedo tener visibilidad sobre la evolución de su mercado que comprar 20 acciones diferentes que no conozco en profundidad….si quieres diversificar porque no conoces bien ninguna empresa yo compraría un ETF sobre un índice y no acciones.
5. Orgullo: La naturaleza humana es reticente a reconocer sus errores.. A los inversores les suele costar comprender que han competido un error y suelen evitar vender en pérdidas. Cuando cae la cotización de una acción en la que hemos invertido solemos ser reacios a vender en pérdidas esperando que con el tiempo la acción se recupere e ignorando las señales de alarma y las noticias que nos pueden estar indicando que nunca más volverá a alcanzar el precio de compra.

6. Seguir la tendencia en precio de las acciones: Es un clásico para muchos inversores tratar de determinar el precio futuro de las acciones basándose en la historia reciente de la cotización de la acción. Parece que hay estudios empíricos que demuestran que hasta el día de hoy no existe ninguna técnica que basándose en la tendencia de una acción permita al inversor obtener rentabilidades superiores al mercado y además corres el peligro de cometer a la vez los pecados 1,2 y 3.

7. Ignorar las lecciones de la historia: La memoria de los inversores suele ser bastante corta, y ya se sabe, aquel que no aprende se sus errores suele repetirlos. Es por esto por lo que las burbujas financieras. Sean realizado estudios sobre la aparición de las nuevas industrias que en sus respectivas épocas tenían un gran futuro y potencial (ferrocarril, aviación, electrónica, internet) y realmente sólo un puñado de las empresas cotizadas en estos sectores han tenido a largo plazo un buen comportamiento…acertar en plena burbuja que empresas serán las ganadores es una tarea bastante complicada.

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