Category Archives: Carteira de Investimento

Apple Has an Identity Crisis

Since Apple’s stock peaked at $702 in September, the company has lost $285 billion in market value, more than Google’s entire worth.http://on.wsj.com/12FxLZ0

Analysts project today Apple will report its first quarterly earnings decline in a decade. What are your predictions about Apple’s future?

Anúncios

Chineses dão valorização acima de1,5% ao PSI-20

bolsasjapao

Chineses dão valorização superior a 1,5% à bolsa nacional

O interesse da Three Gorges na participação estatal na EDP deu gás à sessão de hoje em Lisboa. O índice da bolsa nacional marcou uma subida acima das congéneres da Europa e a maior das duas últimas semanas, beneficiando também do regresso da especulação em torno da fusão entre a Zon e a Sonaecom.

Zon dispara mais de 10% com Goldman Sachs a subir preço-alvo

A cotada que tem estado envolvida em especulação relativa a uma fusão com a Sonaecom disparou mais de 10% em bolsa, depois de o Goldman Sachs ter incorporado o impacto do eventual movimento de concentração.

Onze cotadas com margem para subir mais de 50%

Em Lisboa, quatro empresas têm potencial de subida de mais de 100%.
A bolsa de Lisboa recuperou, fortemente, no final da semana passada, após o acordo entre os líderes europeus quanto à solução para a situação da Grécia. Um valorização que, ainda assim, não conseguiu anular semanas de quedas consecutivas que arrasaram as cotações das empresas nacionais.As descidas acentuadas deixaram muitas cotadas com fortes potenciais de subida. No Painel de Bolsa do Negócios há, actualmente, 11 cotadas que apresentam uma margem de progressão superior a 50%. Entre elas estão algumas das maiores cotadas portuguesas, nomeadamente títulos do sector financeiro.

O BCP, apesar da valorização dequase 6% na última semana, têm ainda um potencial de subida elevado. Depois dos mínimos históricos, o maior Banco Privado Português  por valor dos activos, pode subir 89% face à média das avaliações dos analistas.

O BPI pode ganhar 57%, tendo em conta o preço-alvo médio de 1,63 euros, mas é o Banif que, no sector, apresenta a margem de progressão mais expressiva. As acções do banco, que estão nos 0,518 euros, podem avançar até aos 1,05 euros. Ou seja, podem subir 103%.

Maior margem de progressão que o Banif, só três outras empresas, todas elas com potencial para mais do que duplicar de valor. A Teixeira Duarte pode subir 105%, já a Impresa tem margem para avançar 112%.

A Sonae Indústria mantém-se como a empresa com maior potencial, com base nas avaliações dos analistas. Apesar da subida de 7,24% na última semana, tem margem para avançar 119% até ao preço-alvo médio de 2,73 euros.

Os melhores fundos portugueses

 

 

Uma das várias frases que se repetem em qualquer prospecto de um fundo de investimento diz que as “rendibilidades passadas não são garantia de rendibilidades futuras.” Contudo, muitos investidores continuam a esquecer-se facilmente deste princípio. Só assim se percebe porque muitos portugueses continuam a dedicar tanta atenção ao ‘ranking’ dos fundos mais rentáveis durante o último ano. Muitos chegam mesmo a remodelar o portefólio por inteiro nos primeiros dias do ano, substituindo os activos que têm em carteira pelos fundos que melhor desempenho tiveram nos últimos 12 meses, na esperança de virem a registar um ano tão bom ou melhor que o anterior. Mas a verdade é que isso está longe de ser assim. Basta ver o que sucedeu em 2009 e 2010: dos 10 fundos nacionais com o melhor desempenho em 2009, apenas três voltaram a figurar no “top 10” de 2010.

Para evitar que este ano a sua carteira volte a cair no mesmo erro, o Diário Económico, com a ajuda da Bloomberg, realizou um ‘ranking’ dos melhores fundos portugueses, tendo em conta cinco variáveis: rendibilidade obtida a 1, 3 e 5 anos, e o rácio de Sharpe a 1 e 3 anos – um indicador que tem em conta o binómio risco/rendibilidade.

A maior estrela do mercado negoceia imóveis
De acordo com a Associação Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensões e Patrimónios (APFIPP), o fundo português mais rentável em 2010 foi o BPI África, com ganhos de 29,49%. Porém, o fundo nacional detentor do galardão de melhor do mercado é o Finipredial, dado o seu passado recente de sucesso. Gerido pela Finivalor desde 1997 e comercializado nos balcões do Finibanco, este fundo de investimento imobiliário remunerou os seus participantes com ganhos médios anuais de 3,86% no último quinquénio e detém o rácio de Sharpe mais elevado do mercado a 1 e a 3 anos, conferindo-lhe assim a pontuação mais elevada do ‘ranking’ “Diário Económico/Bloomberg”. Isto significa que o Finipredial, actualmente com mais de 310 milhões de euros sob gestão, não só obteve nos últimos anos uma rendibilidade acima da média do mercado como também foi o fundo que mais justificou o risco do investimento. “O Finipredial tem sido gerido com algum conservadorismo e com muito cuidado com as compras. Não embarcamos em loucuras”, refere Jorge Pereira, presidente da Finivalor. O responsável máximo pela gestão do fundo refere alguns segredos do Finipredial: “negociamos imóveis com ‘yield’ médias brutas de 8%” e “não especulamos com o valor dos imóveis que compramos.”

Líderes nos diversos segmentos
Entre os fundos com melhor resultado no ‘ranking’ “Diário Económico/Bloomberg” marcam destaque os fundos de acções internacionais que apostam nos mercados emergentes. É o caso do Caixagest Acções Oriente, Espírito Santo Mercados Emergentes e Millennium Mercados Emergentes, que nos últimos cinco anos obtiveram rendibilidades médias anuais sempre acima dos 5%. Estes são os verdadeiros campeões de maratonas.

No campeonato das casas de investimento, denota-se uma capacidade particular da F&C Management, entidade responsável por gerir os fundos do Millennium bcp, para negociar obrigações de taxa flexível, ao colocar no “top 5” desta classe de activos três dos seus fundos: Millennium Premium, Millennium Obrigações e Millennium Obrigações Mundiais.

No segmento dos planos poupança-reforma (PPR) sob a forma de fundos de investimento e dos fundos de Tesouraria os resultados revelam uma grande concorrência. No entanto, nos produtos de reforma, o Espírito Santo PPR e o Alves Ribeiro PPR repartem os primeiros lugares enquanto nos produtos de curto prazo, o prémio de melhor fundo de Tesouraria cabe ao Banif Euro Tesouraria que, nos últimos cinco anos, ofereceu ganhos líquidos de 1,79% aos investidores.
Como construímos o ‘ranking’
O ‘ranking’ dos fundos foi realizado com base nos 654 fundos portugueses registados na CMVM e teve em conta cinco variáveis com o mesmo peso: desempenho dos fundos nos últimos 12 meses, 3 e 5 anos, o rácio de Sharpe a 1 e a 3 anos. O rácio de Sharpe foi tido em conta porque permite quantificar quanto é que a rendibilidade obtida pelo fundo justificou o risco do investimento seguido pela equipa de gestão. O método de cálculo utilizado que deu origem à “Pontuação DE/Bloomberg” foi alcançado recorrendo ao terminal profissional da Bloomberg que, com base nas variáveis e critérios escolhidos, avalia os activos financeiros numa escala entre 0 e 100, sendo 100 o melhor resultado.


Obrigações de Taxa Flexível

Os três melhores fundos de obrigações de taxa flexível têm em comum o facto de serem das poucas excepções desta categoria a apresentarem rendibilidades positivas nos últimos 12 meses e serem geridos pela mesma entidade gestora, a F&C Management. O Millennium Premium, Millennium Obrigações e o Millennium Obrigações Mundiais têm conseguido cumprir com o objectivo estipulado de proporcionar um retorno no curto e médio prazo incorporando um prémio relativamente às taxas de juro do mercado monetário.

Obrigações de Taxa Fixa
A crise da dívida soberana europeia esteve sob as luzes da ribalta no último ano, colocando as equipas de gestão dos fundos de taxa fixa sobre elevada pressão. A destreza dos especialistas em não deixarem os seus portefólios sofrerem perdas pecaminosas está à vista: o melhor fundo desta classe, o Espírito Santo Obrigações Europa, gerido por Vasco Teles, conseguiu não só ter o melhor desempenho a três e a cinco anos entre os seus pares como figura entre os dois fundos de taxa fixa com o rácio de Sharpe mais elevado a um e a três anos.

Acções Nacionais
O último quinquénio não foi positivo para os fundos de acções nacionais, com nenhum dos fundos a conseguir bater o desempenho do PSI 20 a um, três e cinco anos. A “pontuação Económico/Bloomberg” destes produtos revela isso mesmo, com o resultado a ficar abaixo da média de 56% dos fundos nacionais. Nesse sentido, o destaque desta classe deve ser feito pelo lado negativo, com o Caixagest Acções Portugal a merecer a nota mais vermelha por ser aquele com a pior rendibilidade a três e cinco anos e a deter o pior rácio de Sharpe a três anos.

Acções Europeias
Nos últimos cinco anos as acções das 600 maiores empresas europeias valorizaram, em média, apenas 1,26% por ano. Mas os dois melhores fundos de acções europeias registados em Portugal deram a ganhar aos seus subscritores mais do dobro desse valor. Os campeões dos fundos de acções europeias são o Santander Euro-Futuro Defensivo e o Santander Euro-Futuro Cíclico, ambos galardoados com “cinco estrelas” Morningstar. Contudo, para investir nestes produtos os investidores necessitam de, pelo menos, 40 mil euros.

Acções Internacionais
Os mercados emergentes, ao longo da última década, têm vindo a aumentar o seu peso na economia mundial e hoje contribuem com quase 50% da riqueza gerada no planeta. No mesmo sentido têm seguido os fundos de acções de mercados emergentes, sobretudo aqueles com uma forte exposição ao continente asiático, como é o caso do Caixagest Acções Oriente. O fundo mais rentável disponível aos clientes da Caixa Geral de Depósitos arrasou toda a concorrência com rendibilidades anuais médias superiores a 10% desde 2006.

Tesouraria
Os fundos de tesouraria são os que apresentam o maior grau de concorrência, com o primeiro e o quinto classificado a ficarem a apenas 0,87 pontos na escala do ‘ranking’ “Económico/Bloomberg”. O prémio de melhor fundo desta categoria cabe ao Banif Euro Tesouraria que, nos últimos cinco anos, teve o melhor desempenho da sua classe e apresenta o melhor rácio de Sharpe a três anos. Entre as suas principais apostas figuram obrigações empresariais e soberanas de taxa fixa e indexada com maturidade residual inferior a 60 meses.

Planos Poupança-Reforma
Os planos poupança-reforma (PPR) estão longe de serem os instrumentos financeiros mais rentáveis. As limitações quanto à exposição máxima a acções limita a gestão destes produtos e, por arrasto, a sua rendibilidade potencial. Esta realidade fica bem espelhada pelo desempenho médio anual de 1,45% dos cinco melhores PPR do mercado nos últimos cinco anos. No topo deste grupo está o Espírito Santo PPR, gerido por José Valente, que apesar de ter gerado ganhos parcos, ganha pontos com a sua política de investimento conservadora.

Imobiliário
Os fundos de investimento imobiliário são, por larga distância, os fundos portugueses que apresentam os melhores resultados numa relação directa entre rendibilidades passadas e risco do investimento. E no topo desta classe de activos está o Finipredial, gerido pela Finivalor desde 1997, sempre com base numa estratégia conservadora e que esteve na base de um conjunto de resultados positivos estáveis desde 2003, que se traduz em ganhos médios anuais sempre entre os 3% e 5%. Actualmente o Finipredial tem mais de 310 milhões de euros sob gestão.

Fonte: Económico/Bloomberg

EDP, Galp e Sonae são as acções preferidas dos fundos

A EDP-Energias de Portugal, a Galp Energia e a Sonae SGPS são as preferidas dos gestores de fundos nacionais para Maio, mês em que o PSI-20 deverá continuar a recuperar terreno, segundo quatro gestores de fundos inquiridos pela Reuters.

Os gestores do BPI, Santander, ESAF e Banif deram o maior número de votos a estes títulos, apostando também nas acções da Portugal Telecom, Semapa, Martifer e Jerónimo Martins ao longo deste mês. (JN)

Nove cotadas com potencial de valorização superior a 50%

O preço-alvo médio é calculado tendo em conta as avaliações de vários bancos de investimento que seguem a empresa. O Jornal de Negócios recolheu os preços-alvo de 16 casas de investimento nacionais e internacionais. (JN)

Ibex – 35

Fortis augura que el Ibex 35 llegará a los 17.900 puntos en 2008.

Iberdrola Renovables

A Iberdrola avaliou a sua unidade de energias renováveis até 29,6 mil milhões de euros, anunciando que as acções vendidas na oferta pública de venda inicial (IPO) terão um valor entre os 5,3 e os 7 euros. Este valor supera o esperado pela maioria dos analistas e deverá ser a maior entrada em bolsa de sempre em Espanha.

A Iberdrola pretende vender 20% da sua unidade de energias renováveis em bolsa por um preço entre os 5,3 e 7 euros a acção. Estes valores para a OPV avaliam a Iberdrola Renovables entre 22,4 e 29,6 mil milhões de euros e permitirão um encaixe à eléctrica espanhola entre os 4,5 e 5,9 mil milhões de euros.

A operação, a maior de sempre na praça espanhola, deverá acontecer em Dezembro. Os investidores institucionais ou qualificados não residentes em Espanha terão direito a 65% do número total de acções vendidas na OPV. A Iberdrola vai vender um total de 844,8 milhões de acções da sua unidade ao mercado.

Recorde-se que a EDP pretende fazer uma operação semelhante no próximo ano, sendo que o mercado estava à espera dos valores do IPO da Iberdrola Renovables.

As acções subiu 0,52% para 11,65 euros. (JN)

Jerónimo Martins dispara mais de 3%

O UBS anunciou hoje ter aumentado a sua recomendação para os títulos JM de ‘Neutral’ para ‘Comprar’, tendo subido também o seu preço-alvo para o papel de 4,5 para os 5,4 euros.

Segundo uma nota de análise hoje emitida pelo UBS, citada pela agência Reuters, é estimado que a JM continue a crescer em força na Polónia, tendo aumentado em 10% as suas estimativas de EBITDA para a empresa em 2007/2008.

“Estamos a subir o nosso preço-alvo e ‘rating’ [da Jerónimo Martins] perante um aumento da avaliação e estimativas para a Biedronka”, adianta o UBS.(DN)

Carteira inspirada nas escolhas dos mais ricos do mundo

Warren Buffett
O segundo homem mais rico do mundo

Há quase tantos milionários no mundo quanto habitantes em Portugal. Cerca de 9,5 milhões de pessoas têm em mãos mais de 27,80 biliões de euros, como revela um estudo da Capgemini e da Merrill Lynch divulgado no último mês.

E a verdade é que as suas fortunas não param de aumentar. Em 2006, a sua riqueza acumulada cresceu 11,4%, enquanto o número de milionários aumentou 8,3%. Mas qual o segredo destas fortunas? O crescimento das economias mundiais e o investimento nos mercados bolsistas, segundo o estudo.

Patrícia Silva Dias

Carteira

A nossa Carteira de Valores, segue com uma valorização de +341.46% . 

%d bloggers like this: