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Apple Has an Identity Crisis

Since Apple’s stock peaked at $702 in September, the company has lost $285 billion in market value, more than Google’s entire worth.http://on.wsj.com/12FxLZ0

Analysts project today Apple will report its first quarterly earnings decline in a decade. What are your predictions about Apple’s future?

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Source:Economist

S&P antecipa corte de ‘ratings’ no sector financeiro

 

A agência de notação financeira Standard & Poor’s anunciou hoje a sua intenção de rever a metodologia de classificação do sector bancário.

Esta nova metodologia poderá levar à revisão em baixa de metade dos 138 bancos analisados à escala global.

“Para aproximadamente metade dos grandes bancos, os resultados mostram que as mudanças de critérios se traduziriam em cortes de ‘habitualmente’ um escalão”, informou a Standard and Poor’s, num relatório citado pela agência Europa Press, no qual foram feitas estimativas para 138 bancos de 23 países.

A agência concluiu que o impacto seria “modesto”, ainda que tenha advertido que o cenário se pode alterar em função das análises reais que sejam produzidas.

O objetivo desta revisão da metodologia é o de tornar as classificações “mais transparentes”, centrando as análises na capacidade de um banco para proteger o capital e cobrir as perdas, bem como o da separação dos estudos sobre o financiamento e a liquidez de um banco, incluindo nos primeiros a evolução do negócio.

Isto resultará num ‘rating’ que colocará “menos enfâse” nos lucros “não demonstrados” da diversificação e mais nos riscos derivados da complexidade relacionada com os derivados fora de balanço e com o financiamento estruturado.

Assim, a Standard and Poor’s prevê que 85% das notação de crédito de longo prazo dos grandes bancos mundiais se manteria igual ou revista em apenas num nível (seja em alta ou em baixa), admitindo que para 15% das instituições analisadas as variações podem ser superiores.

Porém, revela que menos de 20% das entidades com um ‘rating’ de ‘A-1’ ou superior seriam afectadas pelos cortes.

A agência justificou estas modificações porque considera que as crises bancárias têm sido uma constante no história financeira e que voltarão a repetir-se depois de passar a actual, com o mesmo padrão de ascensão e queda do setor, seguido por resgates dos governos.

“Queremos assegurar-nos de que as lições da recente recessão económica não são esquecidas enquanto as economias nacionais se recuperam, criando um próximo período de condições favoráveis que dão lugar ao crescimento e lucros bancários”, concluiu a agência.

Fonte: Lusa

 

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