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Qual é o seu preço por hora?

Fica bem, trabalhar muitas horas para ficar bem visto pela sociedade. Mas, visionário e mais inteligente, é aquele que consegue trabalhar metade do seu tempo e ganhar três vezes mais.

O dia tem 24 horas, e o nosso preço por hora é igual ao que facturamos num dia, dividido por 24 horas. Se o dia não cresce em horas, só nos resta duas coisas: aumentar a nossa rendibilidade, ou seja, horas trabalhas versus dinheiro recebido, ou pôr o dinheiro a trabalhar por nós.

Começando pelo aumento da nossa rendibilidade, temos de conseguir, primeiro, definir aquilo que é o mais difícil nos tempos de hoje: prioridades. Não podemos dedicar o nosso tempo a tudo, temos de saber onde dedicá-lo porque ele vale euros, por cada segundo que passa. Faça este exercício: some todas as suas despesas do mês (casa, alimentação, carro) e veja qual o seu custo/hora, e verá que o seu preço/hora é importante. Isto quererá dizer que apenas para cobrir as suas despesas terá de facturar o valor do seu custo, e para começar a enriquecer terá de superar esse valor, e quanto mais o superar, mais rico ficará, mas para isso tem de saber gerir prioridades, e dedicar o seu tempo, que é limitado, aquelas tarefas que mais retorno lhe trazem.

Porém, a rendibilidade também está ligada à organização da sua agenda diária. Quanto mais organizada estiver a agenda, mais produtivo será, maior será o seu preço hora. Uma das tarefas que embora se veja como “boa vida” e que é a mais cansativa e mais “stressante” que apenas não ter horário para sair do escritório, é impor-se um horário. Imagine que o seu dia de trabalho só tem seis horas ou, até, menos. Se sabe que tem o dia limitado em horas deverá escolher o que deve fazer dentro dessas horas e não perder tempo todo o dia com acções pouco produtivas e pouco rentáveis. Forçar a agenda diária de forma a que permita trabalhar, ter um tempo para si, e para a sua família e amigos, é muito mais cansativo do que não atribuir estes tempos e, simplesmente, ficar dependente do trabalho sem objectivos nem limitações o que torna a sua vida mais fácil, embora seja percebido pela sociedade como mais difícil.

Dentro das poucas horas diárias de trabalho, temos de identificar, de forma continua, qual o/os negócios que mais rendibilidade trazem à empresa e focar-nos mais nesses que noutros. A estratégia de rendibilidade obriga ao descomplexo das desistências e mudanças de trajectória. Também é mal percebido pelo mercado, hoje apostar numa actividade e amanha noutra, mas se o mercado está em constante mudança porque não devemos adaptar-nos a essa mudança? Quem não o fizer estará a descer a sua rendibilidade, e a aumentar o seu tempo de trabalho sem necessidade. Temos de saber escolher as melhores rotas para aumentar a rendibilidade.

A segunda opção passa por deixar que o seu dinheiro trabalhe por si. A criação de serviços que não exijam trabalho proporcional é uma forma. Com toda a sofisticação tecnológica que temos presente no mercado, hoje já é possível mudar aquelas que eram as soluções de venda porta à porta, para vendas de Internet, não exigindo um esforço comercial e deixando simplesmente o dinheiro a fazer dinheiro. Esta estratégia também lhe deixa mais tempo livre para apostar em diferentes serviços e fazer crescer a máquina de fazer dinheiro. Aqui está apenas um exemplo de como misturar o primeiro ponto, ou seja saber dedicar-se aquilo que mais dinheiro lhe dá, com o pôr o dinheiro a trabalhar por si. Esta combinação é sem dúvida a mais rentável e produtiva e a que lhe cansa menos e mais dinheiro lhe traz.

O mundo vai evoluindo e a nossa mentalidade também, embora de forma mais lenta em algumas matérias. Ainda fica bem trabalhar muitas horas para merecer viver bem ou ficar bem visto pela sociedade, mas aquele que é visionário e mais inteligente, é aquele que consegue trabalhar metade do seu tempo e ganhar três vezes mais.

Este deverá ser o objectivo da sua empresa, não só para aumentar a sua rendibilidade, como para aumentar a satisfação, e até boa saúde dos seus colaboradores. Os tempos mudam e a forma de trabalhar também tem de mudar, bem como a análise que fazemos dela.

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Jornal de Negócios Online

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