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Chineses dão valorização acima de1,5% ao PSI-20

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Chineses dão valorização superior a 1,5% à bolsa nacional

O interesse da Three Gorges na participação estatal na EDP deu gás à sessão de hoje em Lisboa. O índice da bolsa nacional marcou uma subida acima das congéneres da Europa e a maior das duas últimas semanas, beneficiando também do regresso da especulação em torno da fusão entre a Zon e a Sonaecom.

Zon dispara mais de 10% com Goldman Sachs a subir preço-alvo

A cotada que tem estado envolvida em especulação relativa a uma fusão com a Sonaecom disparou mais de 10% em bolsa, depois de o Goldman Sachs ter incorporado o impacto do eventual movimento de concentração.

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O UBS baixou o “target” do banco BES

O UBS baixou o “target”  do banco BES de 5,30 euros, para 1,90 euros.

Ignacio Sanz realça que a instituição deverá cumprir o rácio de depósitos face ao crédito de 120% em 2014, destacando que a entidade melhorou em quatro mil milhões de euros este ano esta discrepância, devido ao saudável crescimento dos depósitos, “enquanto as necessidades de refinanciamento estão bem espalhadas pelos próximos quatro anos”.

De acordo com a mesma nota, o BES deverá ter um core tier 1 de 9,3% em 2011 e 10% em 2012, cumprindo as metas da troika.

Apesar de considerar que a instituição está preparada para cumprir os requisitos de capital, o banco de investimento desceu o “target” para os títulos do banco para 1,90 euros, face aos anteriores 5,3 euros

Lucros do BCP caem 45,8% no primeiro semestre

O banco liderado por Carlos Santos Ferreira reportou um resultado líquido de 88,4 milhões de euros.

O resultado líquido do BCP ascendeu a 88,4 milhões de euros nos primeiros seis meses de 2011, uma queda de 45,8% face ao período homólogo do ano passado, anunciou o banco em comunicado à CMVM.

BCP em mínimo histórico

 

 

O BCP fechou a semana a valer 2,53 mil milhões de euros. É o seu valor mais baixo de sempre: um sétimo do que valia em Junho de 2007. O BES e o BPI estão em mínimos de mais de uma década.

Informação Privilegiada

Teixeira Duarte – Engenharia e Construções, SA informa sobre assinatura do contrato de subconcessão do Baixo Tejo

Informação Privilegiada

Parpública – Participações Públicas (SGPS), SA informa sobre aquisição de participação de capital na empresa “REN – Redes Energéticas Nacionais, SGPS, SA”

Informação Privilegiada- Sonae Capital

Sonae Capital, SGPS, SA informa sobre alienação da Choice Car – SGPS, SA

Altri

Lisbon Brokers revê em baixa preço-alvo para a Altri para 5,50 euros – Jornal de Negócios – Portugal

Preço-alvo para a Martifer para 10,6 euros

O Millennium Investment Banking (IB) reviu em alta a recomendação para a Martifer de 8,75 euros para 10,60 euros, o que lhe confere um potencial de valorização de 19,7% face à cotação actual. Também a recomendação foi alterada de “reduzir” para “comprar”, sendo as áreas de equipamento para energia e geração de electricidade aquelas em cuja revisão em alta foi significativa.

O banco de investimento refere numa nota de investimento emitida ontem que manteve a análise pela soma das partes dividindo a empresa em quatro áreas: construção metálica, equipamento para energia, geração de electricidade e agricultura e biocombustíveis, estimando a geração de “cash” futura para cada uma das áreas. Fonte:(JN), via Bolsómetro.

Lucros comparáveis da REN caem 5,7%

Lucros comparáveis da REN caem 5,7% no primeiro trimestre (act) – Jornal de Negócios – Portugal

Cinco cotadas com potenciais superiores a 80%

A Sonae Indústria conta com um potencial de valorização de 159% para o Millennium bcp investimento, mantendo a liderança na lista. As cinco cotadas que constam na tabela contam com potenciais de valorização superiores a 80%, tendo em consideração o preço-alvo da casa de investimento e o valor de fecho das acções na última sexta-feira.

A lista das cinco empresas com maior potencial de valorização para o Millennium bcpi não sofreu alterações significativas esta semana, além do aumento dos potenciais de valorização. O que se justifica pelas quedas acentuadas das cotadas e não por actualizações de preços-alvo.

A Sonae Indústria [Cot] surge assim no primeiro lugar, com um potencial de valorização de 159%, tendo em consideração o preço-alvo da casa de investimento (12,40 euros) e o valor de fecho das acções na última sexta-feira (4,78 euros). Desde o início deste ano as acções desta empresa já desceram mais de 6%, depois de no ano passado terem caído mais de 11%.

A Novabase [Cot] surge na segunda posição com um potencial de valorização de 105% e a Portucel [Cot] com uma subida potencial de 88%. A Semapa [Cot] conta com um potencial de valorização de 86% e a Altri [Cot] de 82%.

Sara Antunes   (JN)

A vida e a Bolsa

O grande inimigo não é a crise “subprime”, o arrefecimento da economia norte-americana, a descida do imobiliário ou a falta de liquidez. O grande inimigo é essa hidra colectiva chamada pânico. E, como escreveu Alan Greenspan, o pânico no mercado é como o azoto líquido, pode em muito pouco tempo provocar um arrefecimento devastador.A temperatura gelou ontem mas só hoje às 14:30 saberemos se atingiu o grau zero das descidas. Porque há duas leituras para a “segunda-feira negra” de ontem, em que as bolsas europeias e asiáticas se despenharam em pleno feriado em Wall Street: os optimistas dizem que o mercado capitulou, bateu no fundo, está cheio de oportunidades; os pessimistas receiam uma tormenta longa, reagirão com hipersensibilidade aos resultados que hoje o Bank of America e a Apple apresentarão.

Na verdade, toda a gente tem mais ou menos a mesma informação. Esta crise é em tudo diferente do “crash” de 2001, em que as empresas da Nova Economia valiam el dorados infinitos. Agora, há empresas ao preço da chuva. Na bolsa portuguesa, satélite sem vontade própria das grandes praças, um terço das empresas cotadas custa menos de um décimo dos seus lucros! Noutra conjuntura, a isso chama-se saldos.

Na sexta-feira, Bush tirou 145 mil milhões de dólares da cartola para contrariar o arrefecimento da economia. Isso mesmo: vai entregar um cheque de 800 dólares de impostos a cada americano, para estimular o consumo e deixar que seja cada agregado familiar a decidir se gasta o dinheiro nos créditos ou na factura energética. Foi um bom tiro. Um bom tiro na água.

O homem mais importante do mundo é agora Ben Bernanke, o presidente do Fed. Os mercados pedem-lhe uma descida as taxas de juro radical, dos 5 para os 3 por cento em poucos meses. Assim, defendem, estimula-se o consumo e compensa-se o aumento das factura de juros pagos pelas famílias, pelas empresas e pelos bancos. Mas uma casta enorme de economistas desaconselha esta intervenção, que aumentará a inflação.

O Fed e a Casa Branca têm um passado de desavenças que só foi interrompido na era Clinton. A verdade é que o Fed sempre olhou para as bolsas como microclimas. A inflação, não a bolsa, é a prioridade Número 1 dos bancos centrais.

Se o Fed mantiver os juros, as bolsas continuarão em queda, o dólar sobe, a inflação fica controlada, os EUA enfrentarão uma possível recessão suave nos próximos dois ou três anos. Se o Fed cortar radicalmente os juros, como se prevê, as bolsas arribam, o dólar e a inflação sobem. O efeito de curto prazo é óptimo, mas o descontrolo da inflação representa sempre uma recessão longa, espiral de preços, desemprego.

Em Lisboa, Sócrates, Teixeira dos Santos ou Constâncio são espectadores impotentes. Só podem tentar injectar confiança, como ainda ontem fizeram, no dia em que anunciaram um défice que devíamos estar a festejar. Mas o ambiente é, ao contrário, de fim de festa, uma festa de crescimento europeu a que Portugal chegou atrasado porque estava a pagar impostos.

Comprar, manter ou vender? O investidor está rodeado de conselheiros optimistas e pessimistas mas é um decisor solitário. Todos os conselhos, avisos e estímulos passados valem hoje zero. Próximo passo: respire fundo, mantenha o controlo, pergunte se está a curto ou a longo prazo e olhe para o relógio. Às 14:30 há mais. ( JN) Pedro Guerreiro.

Nove cotadas com potencial de valorização superior a 50%

O preço-alvo médio é calculado tendo em conta as avaliações de vários bancos de investimento que seguem a empresa. O Jornal de Negócios recolheu os preços-alvo de 16 casas de investimento nacionais e internacionais. (JN)

Nota de research do Caixa BI

As acções preferidas dos analistas para 2008

Banco atribui maior potencial de valorização à Sonaecom
Os analistas do Caixa BI elegeram as suas acções preferidas para o ano de 2008, ou seja, as «top picks». Por ordem alfabética, são elas: a Altri, Brisa, Cimpor, Jerónimo Martins, PT Multimédia e Sonaecom. Perceba porquê.Altri: O Caixa BI estabeleceu um preço alvo de 7,20 euros, dando um potencial de valorização ao título de 46% e recomendando «comprar.Os analistas consideram que os preços da pasta de papel de eucalipto (BHKP) vão continuar a ser suportados pela procura. «A Celbi vai aumentar a capacidade de produção no primeiro semestre de 2009, o que se vai traduzir num aumento das vendas e do EBITDA. A possibilidade de um «spin-off» ou venda da F. Ramada pode ainda ser um factor de valorização», referem.

Brisa: Para a concessionária, a recomendação é também de «comprar», mas o potencial de valorização é de 17% face ao preço alvo de 11,80 euros.

«Numa altura de grande volatilidade, a Brisa pode atrair a atenção dos investidores dado o seu perfil conservativo e muito estável do «cash-flow». Para além disso, o tráfego tem estado a recuperar nos últimos trimestres», sustentam. Para os especialistas, outro catalizador é o facto de a empresa estar bem posicionada para captar novas oportunidades de investimento. «Recentemente, a Abertis reforçou a sua posição na Brisa para os 14,8%, aumentando a especulação da Brisa ser um possível alvo», consideram.

Cimpor: O preço alvo definido é de 7,90 euros, com um potencial de 29% e uma recomendação de «comprar».

O Caixa BI diz que a empresa está em crescimento e que ainda há «alguns capítulos da sua história para serem escritos. A sua visão é ambiciosa (além fronteiras), apesar de sustentável. Os investimentos previstos em vários mercados são a sua chave de sucesso. A presença em 13 países diminui a exposição a uma fase menos favorável para o sector da construção».

Jerónimo Martins: Com um potencial de valorização de 13% (preço alvo de 6,20 euros), o banco recomenda «acumular».

Os analistas têm em conta que a área de retalho tem tido uma performance «remarcável», confirmando assim o sucesso do reposicionamento implementado nos últimos anos. «A Biedronka tem sido a estrela do grupo, ao demonstrar melhorias nos níveis de venda e nas margens e vai continuar a estar na ribalta este ano. Pensamos que a expansão prevista em Portugal e na Polónia pode impulsionar o comportamento operacional da empresa», comentam.

PT Multimédia: a recomendação de «comprar», vem acompanhada por um preço alvo de 11,05 euros (potencial de 22%).

Depois do «spin-off», o banco diz que a nova administração está «finalmente livre de constrangimentos para implementar um plano de negócios ambicioso que poderá permitir concentrar esforços na criação de valor». Aqui, o dividendo será muito aliciante e a acção poderá em 2008 centrar as atenções dos investidores, entre as restantes empresas do sector.

Sonaecom: Com um preço alvo de 5,10 euros e com o maior potencial de todos os títulos escolhidos (67%), os analistas do Caixa BI aconselham a «acumular».

Para os especialistas, as recentes aquisições têm demonstrado claramente o enfoque da administração na criação de valor. «A Sonaecom tem repetido que está interessada em todas as oportunidades de consolidação em Portugal, pelo que há fortes possibilidades de fusões e aquisições em 2008 que, na nossa opinião, será o condutor das acções», adiantam.

Quanto a 2007, cujo crescimento do PSI20 foi de 16,3% (face a 30% em 2006), o Caixa BI sublinha que o ano foi suportado sobretudo pelos ganhos da Jerónimo Martins, EDP, Galp Energia e Portugal Telecom.

As acções da Altri seguem a perder 8,82% para os 4,24 euros, as da Brisa recuam 1,51% para os 9,80 euros. A Cimpor cai 3,13% para os 5,57 euros e a Jerónimo Martins derrapa 4,57% para os 5,01 euros. Já a PTM desliza 0,88% para os 8,97 euros e a Sonaecom desvaloriza 2,40% para os 2,85 euros. (AF)

Galp

Galp Energia, SGPS, SA informa sobre assinatura de acordo com a Petróleos de Venezuela, S.A. para o desenvolvimento de projectos conjuntos na área do Gás Natural Liquefeito

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